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Entrevista com Roberto Ferreira

  • 13 de set. de 2015
  • 2 min de leitura

Dados do entrevistado

Nome completo: Roberto Rodrigues Ferreira

Idade: 37 anos

Profissão: Auxiliar Técnico na equipe de bocha do SESI Suzano

Formação acadêmica: Educação Física.

Fany Miti Suzuki: O que te motivou a trabalhar com o paradesporto?

Roberto Ferreira: Olá pessoal, meu nome é Roberto, eu tenho 37 anos, sou formado em educação física, e eu trabalho com o paradesporto há 5 anos e meio, e hoje é uma satisfação imensa poder trabalhar nesse seguimento, e uma frase que eu uso para quem pergunta: "o que é trabalhar no paradesporto?", eu digo que "eu não escolhi trabalhar com o paradesporto, o paradesporto me escolheu para trabalhar com eles", porque é um segmento que não dá pra pensar apenas no dinheiro, porque eu me deparo com as necessidades das pessoas, desde as mais simples, até as mais complexas, e eu me sinto privilegiado por eu estar nesse meio, podendo ajudar não apenas nos treinamentos específicos, mas também na motivação, na autoestima, no convívio, nas oportunidades que a gente acaba proporcionando para eles, e eles para nós também, e isso para mim é muito gratificante. Como eu já havia falado, eu já estou há 5 anos e meio, e foi interessente na minha vida esse meio do paradesporto; eu cursava o 4º semestre de educação física, e foi onde eu conheci o Ronaldo Oliveira, e emk uma das nossas conversas, ele ofereceu a oportunidade de estagiar aqui no SESI, - e quando nós estamos na faculdade e há oportunidade de estágio no segmento que você está cursando, e ainda mais sendo no SESI, que é uma empresa que proporciona muitos recursos para você, aí eu não pensei duas vezes. Fiz um acordo onde eu trabalhava, onde eu trabalhei três anos (numa clínica de ortopedia) e comecei a ingressar aqui no SESI como estagiário. Porém, eu não sabia nada sobre paradesporto. E foi assim, algo maravilhoso, porque em 5 anos e meio que eu estou aqui, foi e está sendo um ensinamento a cada dia, e através disso eu "tomei gosto da coisa", em que hoje eu me empenho o máximo, não só no treinamento específico, mas também ajudar, agregar essas pessoas no meio da comunidade, da sociedade. E é um prazer imenso poder trabalhar no paradesporto, onde o maior motivo que eu tenho para continuar é saber que eu tenho feito um bom papel, porém eu não posso parar apenas nisso, eu preciso cada dia estar à frente da situação, tanto na parte específica quanto afetiva, técnica, e a cada dia que eu venho trabalhar, no SESI, a cada dia que eu veho trabalhar com os deficientes, com os atletas da bocha paralímpica, isso se torna um motivo para mim, a cada dia que estou aqui já é um motivo. E eu sou muito grato, muito grato a Deus primeiramente, por ter proporcionado essa oportunidade, e através disso tudo eu consigo trazer a alegria, uma parte do sustento na minha casa, e os meu filho, é muito interssante que hoje eles conhecem a bocha, conhece o deficientes e ele não vê como algo diferente, mas sim pessoas alegres, pessoas que tem apenas agregado no nosso convívio e na nossa felicidade. Essas são as minhas palavras para vocês!

 
 
 

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